O silêncio, o obscuro temor, alegra a má consciência. Outrora fizestes de mim credor embora também devedor. Triste consciência que pariu o horror. Será sapiência quem marginaliza o amor? Triste, a saber, sem cor. Bela consciência, brota a sós no canteiro, Uma flor sem ressentimento. Viva! Um cheiro alegra o dissabor.
Posts de setembro \11\UTC 2010
Jardins
Publicado em Obscurecer em setembro 11, 2010 | Deixar um comentário »
Ode ao Coração Errante
Publicado em Por essas linhas em setembro 11, 2010 | Deixar um comentário »
Em meio ao rebanho és ímpar e faz rimas. Eleva o espírito puro como teu sangue, pedra como diamante. Teu rosto fervente evapora o choro. Um grito ardente, corta o vento que nem fogo. Exalta o que hai de ser. Festeja o que vem a ser. Celebra até a dor. E assim segue a todo [...]
Um pouco de mim revelado assim:
Publicado em Obscurecer em setembro 11, 2010 | Deixar um comentário »
O devir Eis meu único dever. Um amanhecer trágico pintado a raios em cólera acorda fascinado, transtornado. O desespero da última maravilha ora anunciado a mim, agora prenunciado em mim, em mim confinado, assinala o crime capital imortalizado num instante total, obscuro sereno. Não há mais tempo tudo retornará.