Em meio ao rebanho
és ímpar e faz rimas.
Eleva o espírito
puro como teu sangue,
pedra como diamante.
Teu rosto fervente
evapora o choro.
Um grito ardente,
corta o vento que nem fogo.
Exalta o que hai de ser.
Festeja o que vem a ser.
Celebra até a dor.
E assim segue
a todo vapor.
Coroado
moleque.
